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Pergunte aos Universitários

DVD Bicicleteiros

 

Nos finais de ano é comum eu ser convocada para fazer parte de banca de trabalhos universitários de conclusão de curso na área de jornalismo e rádio e TV.

Desta forma  já vi de tudo, coisas boas e outras nem tanto, mas todos os trabalhos de promissores profissionais no mercado, já que eles chegam até mim com uma referência na cobertura de esportes radicias no formato videorreportagem.

Isso nós aqui na ESPN dominamos.

No entanto, estou bastante surpresa com a qualidade do trabalho de conclusão de curso da dupla Ana Carolina Lima Dias e Bruno Vital e Silva. O tema é “Mobilidade da classe trabalhadora por meio da bicicleta na região metropolitana de São Paulo”, alunos da UNIFIEO – Centro Universitário Fieo, sob a orientação de Jorge Grinspum.

O tema está super bem abordado, com números copilados, pesquisas, coisas de arrepiar os cabelos como por exemplo:

Um trabalhador que ganha até um salário mínimo está condenado a gastar 82,5 % de seu salário em transporte (porque não tem acesso a bicicleta), enquanto que aqueles que ganahm até 20 salários mínimos gastam apenas 6,3% de seu dinheiro com transporte. (20 salários mínimos X 415,00 = R$ 8.300,00)

Com isso os estudantes delineam com uma clareza sem igual os motivos pelos quais a bicicleta é a solução e ao mesmo tempo porque existe tanto preconceito quanto a ela.

O vídeo desse trabalho está imperdível, tanto que farei com que ele seja exibido na ESPN assim que possível.

Chama-se “Bicicleteiros, trabalhadores ciclistas”, é uma síntese muito bem copilada de entrevistas com figuras chaves nesssa questão: Soninha Francine (Vereadora), Gunther Bantel (autor de um plano cicloviário de SP engavetado desde 1990) , Eduardo Jorge (secretário do Verde e Meio Ambiente), Laura Ceneviva (coordenadora do grupo Pró Ciclista),  Erik Ferreira,  Elvio Leonetti (pedreiro ciclista de Itaquera),  Josival Martins (contador e ciclista),  Patrícia Carvalho (diarista), Benedito Santos (pintor) entre outros.

Pois esse trabalho mostra como a luz no fim do túnel está lá, é a bicicleta e é inevitável pois querendo ou não viveremos a invasão das bicicletas… escute a música de Plá, ela figura no final do documentário do World Naked  Bike Ride.

Veja no Youtube:

WNBR parte 1

WNBR parte 2

Após 11 anos, CET diz que passará a cumprir lei

Esse é o título na notícia que recebi essa manhã da agência Estado. 

SÃO PAULO - Onze anos após a entrada em vigor do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) anunciou ontem que agora passará a cumprir pontos fundamentais da lei, no que diz respeito à segurança de pedestres. Números da Secretaria Municipal dos Transportes (SMT) indicam que duas pessoas morrem atropeladas por dia em São Paulo. E, na maioria dos casos, fora da faixa de segurança. De janeiro a agosto deste ano, houve 926 mortes, sendo 455 de pedestres. 

A realidade é a mesma há dois anos, como já mostrou o caderno especial Dossiê Estado: Trânsito, publicado em 18 de setembro com dados de 2007 e que revelava uma epidemia de mortes por acidentes na capital paulista. Um dos principais pontos da campanha lançada ontem para reduzir o número de óbitos - que tem custo total de R$ 2,2 milhões - é intensificar a fiscalização e punir os motoristas que não respeitarem os pedestres.

A CET diz que vai passar a multar, por exemplo, quem não der preferência aos pedestres nas faixas (7 pontos na carteira nacional de habilitação e multa de R$ 191,53), estacionar sobre a faixa de pedestres (5 pontos e multa de R$ 127,69) e estacionar sobre as calçadas (5 pontos e R$ 127,69 de multa). De acordo com dados da Prefeitura, a capital tem um índice de 1,13 morte por atropelamento por 10 mil veículos. Esse número fica abaixo da média nacional, de 4,1, mas muito acima da dos EUA (0,20) e da Grã-Bretanha (0,26), por exemplo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
E se os Beatles estivessem em São Paulo?

E se os Beatles estivessem em São Paulo?

Já não era sem tempo! O motivo que a CET até hoje nunca cobrou respeito dos carros aos pedestres nas faixas  a eles destinadas é apenas um:
Um veículo ao virar à direita, se for dar preferência ao pedestre vai ter que parar e com isso vai “atrapalhar” o trânsito dos veículos da pista da direita e, portanto, a fluidez de carros diminuirá e isso a CET não admite.
Ou seja: para a CET, trânsito é sempre de carros e nunca de pessoas, assim eu NUNCA até hoje soube de qualquer motorista multado por desrespeitar um pedestres. A CET não cobra esse respeito dos motoristas frente aos pedestres para não “atrapalhar” o trânsito de carros, pois pedestres, segundo a ótica da CET, não tem problema  de ficar horas na faixa de pedestres tentando passar entre os carros que não os repeitam.
A prova cabal desse despropósito está no fato de que nas faixas de pedestres está sempre escrito o alerta OLHE para os pedestres e nunca PARE para os motoristas.  A CET passa ao pedestre a responsabilidade de sua segurança e não a cobra do motorista ao cruzar uma faixa de pedestre o respeito à vida humana a pé.
Já não era sem tempo da CET começar a cumprir as leis e dar preferência aos pedestres nas ruas.
Agora a CET precisa pintar faixa de pedestres nas alças de acesso às pontes sobre os Rios Pinheiros e Tietê, nos acesso aos viadutos,  precisa rescuperar as calçadas roubadas nos viadutos e pontes para dar mais uma faixa aos veículos automotores ou seja, está na hora da CET começar a trabalhar em função da mobilidade de cidadãos a pé e também de bicicleta em São Paulo.
Outro despropósito: o tempo que um farol de pedestres leva para ficar verde ao ser acionado. E os curtos 8 segundos que esse farol fica aberto ao cidadão para atravessar uma avenida de pista dupla… piada.
O cidadão tem 8 segundos para esperar o último carro passar no sinal vermelho,  já que tem sempre aquele motorista que passa no sinal vermelho, depois disso o pedestres tem que correr por uns 5 segundos apenas por uma avenida de pista dupla que mede mais de 30 metros… cronometre…. é piada.
Imagine aquela senhora de 70 anos de idade ou uma mãe empurrando seu carrinho de bebê…  a CET também nunca multa o veículo que dispara no sinal verde por sobre uma faixa de pedestres.
Será que dessa vez vai? Será que a CET começará a legislar em função do cidadão e não apenas a favor do veículo automotor?
Claro está que dentro de cada veículo tem um cidadão, mas este uma vez dentro do carro deve respeito e preferênica a todos os pedestres e ciclistas, nessa ordem.

Vergonha!

Abismo Juvenal, Petar - SP

 

A notícia caiu feito uma bomba na comunidade de espelólogos, muito embora a sociedade civil já tivesse se organizado para evitar o fato e nada conseguiu.

De acordo com o decreto de número 6.640 de 7 de novembro de 2008, assinado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Ministro Carlos Minc, estão autorizados impactos negativos irreversíveis em cavidades naturais subterrâneas.

Antes disso, as cerca de 7.300 grutas identificadas no país eram protegidas e não podiam ser alteradas por mineradoras, hidrelétricas ou qualquer outra atividade econômica.

A articulação desse decreto foi mantida em sigilo até um mês antes da assinatura do mesmo. Quando o caso veio à tona, um manifesto de repúdio ao decreto de lei foi assinado por várias entidades, entre elas a SBE, Sociedade Brasileira de Espeleologia, a Fundação Espeleológica da América Latina e do Caribe, o Instituto Sócio Ambiental (ISA), a Fundação do Museu do Homem  Americano (FUMDHAM) ao lado de outras dezenas de organizações e milhares de cidadãos brasileiros. Mesmo assim nosso presidente cedeu à pressão das grandes mineradoras e assinou o decreto que permite a total destruição do nosso patrimônio subterrâneo.

Acesso ao Abismo Juvenal, Petar - SP

 

Ainda refrescando a memória, o Ministro Carlos Minc foi quem substituiu a ex-Ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que pediu afastamento de seu cargo em maio deste ano, por não se alinhar com a atual política brasileira de desenvolvimento e preservação do meio ambiente.

Na época o fato repercutiu bastante tanto no Brasil quanto no exterior.

Parodiando nosso colega Boris Cassoy:

Uma vergonha.

Mais detalhes sobre esse assunto  no site:

http://www.sbe.com.br/manifesto.asp

No site pode-se assinar um abaixo assinado em repúdio ao decreto.

Exploração do Abismo Juvenal, Petar - SP

Bicicletas em ritimo de maratona

Além da Virada Esportiva que agitou a cidade de São Paulo no último fim de semana tivemos ainda importantes eventos relacionados à bicicleta, todos eles de longa duração.
O primeiro foi o Bicicultura, uma Conferência Internacional de Mobilidade por Bicicleta na qual os cicloativistas do Brasil estiveram reunidos no Ministério das Cidades, em Brasília, e entre outras coisas elegeram Antônio Miranda presidente da União de Ciclistas do Brasil.

Mais detalhes no site http://www.uniaodeciclistas.org.br/

 

O atleta Tinker Juarez - foto Fabio Piva

Tinker Juarez / foto Fabio Piva

 

O segundo evento foi a 13ª edição do MTB 12 Horas, que rolou na Arena do Shopping Serra Azul em Itupeva, com a terceira vitória do americano Tinker Juarez na categoria solo masculino.

Tinker no Bike Park São Silvano / foto Fabio Piva

 

Tinker esteve no Brasil a convite do Bike Park São Silvano. Logo mais iremos veicular uma entrevista com esse atleta que já representou os EUA duas vezes Jogos Olimpícos, foi 4 vezes campeão americano das 24 horas de MTB sem falar em outras ultramaratonas, como a Ruta de Los Conquistadores e a Race Across América. Tinker é um exemplo de humildade e de atleta de vida longa.

 

Tinker e Falzoni / foto Fabio Piva

Tinker e Falzoni / foto Fabio Piva

 

O terceiro evento, este com minha presença, foi a 6ª edição do Desafio 24 Horas de Fortaleza, para ciclistas de estrada, com a participação especial dos atletlas olímpicos Luciano Pagliarini e Murilo Fisher.

Destaco aqui as emocionantes vitórias de Daniela Genovezi e Rogério Pacheco nas categorias solo masculino e feminino. Ambos derrotaram atletas consagrados de fora do Brasil, aqui presentes pois o evento é seletiva para o Race Across América (RAAM).

Interessante é que a o RAAM, uma corrida que cruza os Estados Unidos de Oeste a Leste, com vagas ultra concorridas, tem em seus anais importantes participações de brasileiros.

A equipe Pão de Açúcar, por exemplo, formada por Michel Bogli, Zé Secco, João Paulo Diniz e um terceiro ciclista cujo nome não me recordo, foi a segunda colocada no ano de 1995.

Alguns anos depois Michel Bogli junto com José Filho estabeleceram um recorde na categora duplas, recorde esse mantido por varios anos. A dupla de atletas é justamente quem organiza o Desafio 24 Horas.

Recentemente os brasileiros Claudio Clarindo (duas vezes campeão do Desafio 24 Horas) e Julio Paterlini finalizaram a RAAM  em solo, o que é uma façanha nada desprezível.

Para ilustar o desafio, Tinker Juarez em entrevista confessou que depois do RAAM sentia dores e lesões tão fortes que ele julgava serem eternas, tal a dificuldade da prova.

Enfim… esta é a tendência comprovada, provas e eventos esportivos cada vez mais longos.

Se de um lado os atletas superam-se a cada evento, o mesmo ocorre do lado dos jornalistas. Só sobrevive quem tem endorfina nas veias.

Hoje o tema é BMX

Quem é fã de BMX, não deixe de ver e votar no Racha de BMX que está rolando no site da Subsolobmx.

Veja lá no link sobre o Racha de Vídeo.

Estão todos os pilotos por lá:

Pedro Henrique no Espaço Cancioneiro e nos corrimãos de rua, Sérgio Sant’anna na Imigrantes, Rodrigo Taki em Londrina, uma session insana na Praça Roosevelt, que para quem não sabe foi doada à prefeitura para ser um velódromo que nunca rolou.

Michel Coala  em São José, alias a pista de São José está muito linda de se ver.

Algumas raridades e jam sessios. Vale a pena conferir. Eu mesma não tive tempo de ver tudo.

E confira ainda mais videos para pod cast.

Subsolobmx e o Darksidebmx são revistas eletrônicas de BMX que mostram o quanto a modalidade no Brasil tem raízes fortes.

Parabéns aos videos de Paula e Renato.

Vale a pena conferir e principalmente ver o quanto os videomakers de BMX do Brasil estão evoluidos.

Até semana que vem, quando teremos o Desafio 24 Horas de Fortaleza no Ceará e o MTB 12 Horas de Itupeva, São Paulo.

Diga-me com quem andas e direi quem tu és

 

A frase é batida mas depois de dois dias de exploração de canyons por aqui no México, reforço o de sempre:
Escolha muito bem com quem andar nas montanhas para sobreviver a elas.
Pois bem, logo de cara no primeiro dia entramos no canyon do Rio Grande, na região de Pueblo Nuovo a 170 km sudoeste de Durango, México.

Seriam cerca de 700 metros de desnível no total, com chegada em uma imensa cachoeira de 140 metros de altura, visível desde o povoado.

Depois de uma viagem de duas horas até o acesso superior do rio,  com mais de mil metros de desnível, entramos por fim ao meio dia na montanha. Muito tarde…

Desescalamos em solo, em cordas, saltando, várias cachoerias e por fim o canyon se estreita em uma passagem bastante complicada e abre-se em uma cachoeira de 90 metros.


Nessa passagem estreita, perdi meu tenis esquerdo.
Chegou a noite ecom ela o frio.

Éramos 12: espanhóis, mexicanos e eu, brasileira. Decidimos pernoitar em uma clareira quando chega o Jorge Rodrigues das Astúrias da Espanha, com a notícia de uma trilha a princípio sem muito uso que poderia nos tirar da roubada.

Mal traçada por ser de gado,  a bendita trilha era por uma encosta  muito íngreme. A cada pedra que rolava, por um tempo infinito, tínhamos a certeza do fatalidade da uma eventual queda de qualquer um de nós.

Caminhávamos na luz de nossas lambadas de cabeça no escuro, por pedras, e eu com o pé esquerdo descalço.

Por fim a equipe de resgate nos alcançou e chegamos sãos e salvos às duas da manhã no acampamento.

No dia seguinte fomos a outro canyon seco, enquanto a equipe mais forte finalizou o primeiro canyon. Tudo ok e essas imagens estarão na Planeta EXPN logo mais.

Direto do México

Nesse momento estou em Durango, que fica no centro norte do México e vive da agricultura e exploração da madeira. A idéia é justamente produzir matérias sobre o ecoturismo emergente na região, em especial o Canionismo na Sierra Madre, que atrai turistas de todo o mundo ao local.

Estarei entre outras coisas fazendo parte das ações do Primeiro Encontro Internacional de Exploração de Cânions de Durango, na companhia de Jesus Montesa, amigo espanhol e explorador dos Cânions da região de Jaca, onde estive no ano de 2005.

Quando aqui cheguei qual não foi minha surpresa, aliás duas surpresas.

Primeiro aqui pode vir a ser uma meca do mountain bike, com trilhas muito técnicas. Fiquei muito triste por não haver trazido minha bicicleta apropriada, o que me inviabiliza de pedalar neste terreno. Hoje em dia não posso mais pedalar qualquer bicicleta que não a minha Caloi sob medida, pois me destrói as minhas costas.

 


Agora a segunda surpresa, e essa sim foi surpresa mesmo. Aqui é a uma capital de cinema, sobretudo das produções do estilo “O Velho Oeste” americano. John Wayne filmou mais de uma centena de filmes por aqui, tanto que era proprietário de um rancho de nome La Joya, onde montou um estúdio ao ar livre.


Fui visitá-lo é claro, e o que poderia ser um museu rico de histórias na real está ruindo pela ação do abandono ao relento.


Seguem algumas fotos do local e até a volta, com muita asdrenalina, pois hoje a tarde vamos para a região da Sierra Madre para explorar cânions, onde estaremos sem contato com a civilização.

Short Track São Silvano

Um final de semana de muito mountain bike com os melhores atletas brasileiros, foi o Short Track São Silvano.

Confira algumas fotos feitas pelo Alexandre Cappi dos bastidores.

A equipe de cobertura da ESPN/Brasil era composta por Luciano Kdra Lancellotti, que com sua mini-moto fez imagens incríveis da pista; Gustavo Ceratti, Felipe Meireles, Aguinaldo Melo e eu, Renata Falzoni.

A cobertura completa você vai ver no próximo Aventuras, dia 12 de novembro. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Qual é o seu Parque?

Hoje amanheci o dia no Parque do Ibirapuera, onde pedestres e ciclistas dividem uma área de um milhão e meio de metros quadrados. Chega a ter rush nas primeirass horas da manhã.

Até o início do século XX essa era uma  região alagadiça, daí o nome em tupi-guarani Ibirapuera, que significa “pau podre”. Foi Manequinho Lopes quem  plantou, na década de 1920, os eucalíptos que drenaram a água do solo.

 

Embora os cicloativistas nao dêm muita importânica, a ciclovia dentro do parque é muito importante pois ela organiza o espaço a ser compartilhado por cidadãos e muito embora os pedestres invadam a nossa pista e vice versa, existe sim um respeito mútuo e coletivo. Garantido por uma sinalização, a pintura vermelha no solo.

Notei que vários “órfãos da USP” treinam por aqui, em velocidade compatível com a segurança, já que  o uso é compartilhado.
No entanto, é visível que várias áreas da ciclovia antes vermelhas já estão desbotadas quando não apagadas mesmo, devido ao uso e ao recapeacamento da pista.

Eu que não pretendo perder um centímetro sequer de ciclovia conquistada, acho que é urgente a imediata repintura da nossa “circulovia” dentro do Parque do Ibirapuera.

Pela atitude de respeito ao chão pintado fica visível que muito se respeitaria nas ruas de São Paulo, se a cidade adquirisse ciclofaixas sinalizadas, em espaços onde hoje veículos estão estacionados, um espaço público, que fica privatizado por um único proprietário de automóvel e  por onde poderiam passar ciclistas, cadeirantes, skatistas, patinadorese até mulheres empurrando seus carrinhos de bebês, já que as calçadas não se prestam nem a isso.

O espaço de carros estacionados em vias públicas há que ser retomado pelo cidadão que se desloca sem motor.

Ainda no Parque do Ibirapuera, uma montagem: um fusca “plantado no parque” de onde folhagens de plástico brotam e os dizeres:

Conviver com esse coquetel de fumaça diariamente causa doenças respiratórias e alérgicas. Repense.

É fato. 17% dos leitos hospitalares estão ocupados por pessoas contaminadas pela poluição e só em São Paulo as pessoas vivem 3 anos em média a menos devido ao estresse de trânsito e problemas em decorrênica direta disso.

Bom, sugiro que  os comentários sejam a respeito dos Parques que vocês, fãs de esportes, frequentam a pé, de bicicleta ou com seus cachorros, pois assim podemos abrir o leque de observações em espaços públicos a serem conservados.

Ah, e aqui vai uma dica: no dia 22 de outubro a Bike Expo Brasil está aberta a convidados para verem as novidades do bike business aqui no Brasil.

Entre o site e não perca, vale a pena:

www.bikeexpobrasil.com.br

Abraço

Renata Falzoni

Renata Falzoni esteve no Planeta. Confira!

Renata Falzoni esteve por aqui depois de uma temporada de pedal pela Europa.

Confira todos os comentários que rolaram durante o Planeta EXPN.

Você pode conferir também a participação de Renata Falzoni no Planeta EXPN acessando

www.planetaexpn.com.br, faça busca no nosso arquivo de matérias.